A filosofia nasce na Grécia, entre os séculos VII e VI a.C, promovendo a passagem do saber mítico (alegórico) ao pensamento racional (logos).
O mito atrai em torno de si toda a parcela do irracional existente no pensamento humano; por própria natureza, é aparentado à arte, em todas as suas criações.
Consiste em um conjunto organizado de sentimentos amorosos e hostis que a criança experimenta relativamente aos pais.
Estes podem se manifestar em sua forma positiva: ódio pelo personagem do mesmo sexo e amor incondicional pelo personagem do sexo oposto; ou em sua forma negativa: ódio pelo personagem do sexo oposto e amor pelo do mesmo sexo.
De acordo com seu criador (Sigmund Freud), este complexo se manifesta entre os três e os cinco anos de idade da criança.
O momento histórico da Grécia Antiga em que se afirma a utilização do logos (razão) para resolver os problemas do cotidiano está vinculada com o surgimento da pólis, cidade-Estado grega, conforme a análise do historiador francês contemporâneo Jean-Pierre Vermant.
Para ele, o nascimento da filosofia relaciona-se com o universo espiritual que nos pareceu definir a ordem da cidade e se caracteriza precisamente por uma racionalização da vida social. Para Vermant, a razão grega é filha da cidade.